18 de Junho de 2019

POLÍTICA Domingo, 09 de Junho de 2019, 14h:33 - A | A

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Excluir estados e municípios pode agravar situação econômica, diz Gallo

Por: Alexandra Freire - O Bom da Notícia

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O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, criticou uma proposta que exclui Estados e municípios da Reforma da Previdência. Assim, Gallo defende que o texto seja votado em âmbito nacional. A declaração foi dada nesta sexta-feira (7), durante entrevista ao Jornal Nacional.

 “Isso tende a se agravar. Precisamos de fato que essa reforma seja aprovada no âmbito nacional e que sirva para todos os estados, municípios e também para o nosso país”, disse.

 O governador Mauro Mendes (DEM) em seu encontro com o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) no lançamento do programa 'Juntos pelo Araguaia', na cidade de Aragarças [GO], que faz divisa com Barra do Garças[MT], também defendeu que a reforma seja aprovada em âmbito nacional.

 O democrata  afirmou que sua aprovação seria a única forma de encontrar 'um novo caminho para que o país não fique atolado no seu crescimento e na sua geração de empregos'.

 O chefe do executivo ainda pediu aos deputados e senadores dos estados - presentes no evento -, que apoiassem o projeto de reforma enviada pelo governo de Bolsonaro, ao Congresso Nacional. Que discutissem a proposta, mas que não deixassem os estados e os municípios brasileiros de fora desta reforma, como forma de evitar que daqui há alguns anos o Brasil não fique com sua capacidade restrita de investimentos.

 Mauro ressaltou que mesmo que a aposentadoria seja um direito legítimo, se não houver mudança, entretanto, em suas regras, em muito pouco tempo, o Brasil terá que destinar a maior parte do seu dinheiro em caixa para quitar tão somente aposentadorias, colocando fim a investimentos em outros setores como estradas, educação e a saúde. E, assim, parar de produzir benefícios à sua população como um todo, que ao pagar seus impostos espera vê-los sendo colocados à disposição de melhorias reais.

 Discussões

 No Congresso Nacional comenta-se que com a chegada do feriado de Corpus Christi (20 de junho) acompanhado das festas juninas incertezas são geradas sobre quando a reforma da previdência começará a ser votada. Com isso, a previsão é de que a votação só ocorra em julho.

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