05 de Abril de 2025

INFRAESTRUTURA E MEIO AMBIENTE Terça-feira, 18 de Março de 2025, 09:00 - A | A

À ESPERA

Governo aguarda parecer do TCE e MP para definir custos definitivos do BRT, diz secretário

"O quanto mais rápido melhor", declarou Marcelo Oliveira que depende da celeridade do trâmite para avançar com a entrega do modal

Luíza Vieira / Vanessa Araujo- Leia agora

obras brt cba

 

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, afirmou que o governo aguarda pareceres do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público (MPE) sobre os custos definitivos do Ônibus de Transporte Rápido (BRT). Em meio à ruptura do contrato com o Consórcio BRT, será necessária a contratação de novas companhias de forma emergencial para conclusão de outros trechos. 

Não temos a estimativa do valor, porque estamos aguardando pareceres do TCE e MP. O quanto mais rápido melhor. Estão sendo feitas análises necessárias”, declarou em coletiva de imprensa, após audiência pública convocada pelo deputado Lúdio Cabral (PT), nesta segunda-feira (17), para tratar dos imbróglios da obra. 

Vale lembrar que o TCE estimou um prazo de sete dias para emitir um parecer sobre a questão, que terá fim ainda nesta semana. 

O secretário foi ainda questionado sobre a previsão de uma data para a conclusão dos trechos e a entrega do modal em Cuiabá e Várzea Grande. O gestor estadual garantiu que até o fim do mandato do governador Mauro Mendes (União) o BRT estará circulando.

Nós esperamos que dentro desse governo Mauro Mendes a gente conclua todas as obras. O corredor mais fácil de ser concluído é o corredor do Terminal do CPA - Terminal do aeroporto”. 

Atraso das obras

O governador Mauro Mendes decidiu por rescindir o contrato com o consórcio BRT, conjunto de empresas responsáveis pela obra de implantação do novo modal de transporte em Cuiabá e Várzea Grande, ainda em janeiro deste ano. Dentre as justificativas, o gestor estadual argumentou o atraso considerável na obra, que deveria ter sido entregue em outubro de 2024, conforme cronograma.

O governador buscou um rompimento ‘amigável’, visto que pretende que o consórcio continue as obras de implantação do novo modal na avenida do CPA até o trecho onde esta instalado o Crea-MT, e novas empresas sejam contratadas de forma emergencial para finalizar a obra em outros trechos.

 


Comente esta notícia